Tenho raiva das coisas terminadas pela metade, assustadas pela paranóia e pelo medo do risco. Que risco? Que perigo? Quem pode deter o possível senão os donos das histórias?
Mesmo assim, o "possível" é, somente, uma probabilidade do acaso.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Conclusão do dia
Estive, ontem (mais de meia noite, já?), muito próximo, fisicamente, de necessidades que resistem e podem ser "resistidas". Basta lembrar que, embora estivesse a um passo da minha meta, a razão ditou suas normas.
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Do meu celular.
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Do meu celular.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
WTF!!
Cheguei ao hotel e... O teto do sétimo andar estava desabado! Eu tinha gostado tanto do apê e do andar!
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Do meu celular.
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Do meu celular.
Dia e momento perfeitos...
... para pensar na vida. Estou ensopado, indo para um lugar que não conheço, com hora certa para chegar, dentro de um ônibus elétrico sem energia!
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Do meu celular.
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Do meu celular.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Janeiros
Hoje eu completo 45 anos "gregorianos". O tempo não existe, mas permiti-me dar uma "banana" para todos. Bom proveito.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Passagem
Aos que dão o azar de chegar aqui, desenganados ou por masoquismo, desejo-lhes nada, no esteio da diferença que para mim faz o tic-tac ou o blim-bom das vinte e quatro horas. Lembrem-se que o tempo de fato não existe e aquilo que contamos é tão falho que "permite" a existência dos horários "de verão". Quando pipocarem seus espumantes, pois, estarão adiantados, como estão os seus relógios. Antes disso, a própria mecânica do Universo já houvera desmentido o calendário, para alertar-nos para a correção a ser feita em 2012, um ano bissexto. Não posso deixar de mencionar Einstein e a probabilidade da existência das dobraduras temporais, que tanto especulamos a partir de "E=mc2". Por fim, se há quem houve sucesso e a quem devemos aplaudir, chamem-no "Ugo Bouncampagno", o Papa Gregório XIII, quem inventou o método moderno para que nos sintamos esperançosos uma vez por ano.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
As duas putas
Alfa é de prata. Beta é niquelada. Alfa é nobre. Beta é alternativa. Alfa é cara. Beta, uma ninharia. Por mais de um milhar e meio de dólares, compra-se a puta Alfa. Por menos de duzentas pratas "reais", uma Beta puta, novinha. Sofri em Sampa para ser apresentado à Alfa. Na internet, sem rodeios, Beta me foi vendida. As duas conhecem minhas pautas, meus dons e meus defeitos. Eu as beijo, igualmente, como quem ama sua esposa e sua puta. Isso, se houvesse diferenças. Como não há, amo as duas, igualmente.
Ambições
Perdi a receita do Carlos
e o rumo da Clarice.
Quem me dera, Olavo, tivesse a sua pena!
Sou ninguém comparado com Bandeira e,
se respirasse o ar de Caeiro,
com Pessoa, por testemunha,
morreria aqui mesmo, de orgulho,
num espasmo fulminante de vaidade descontrolada!
e o rumo da Clarice.
Quem me dera, Olavo, tivesse a sua pena!
Sou ninguém comparado com Bandeira e,
se respirasse o ar de Caeiro,
com Pessoa, por testemunha,
morreria aqui mesmo, de orgulho,
num espasmo fulminante de vaidade descontrolada!
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